quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A Fábrica do Poema

Oie gente! Hoje um vou publicar um soneto, que fiz na aula de Língua Portuguesa.

A Fábrica do Poema II
um texto de Caio Cezar Ribeiro Leite
Sonh com um poema ideal
Esse poema necessita de algo real
Devo usar figuras
E transmitir feiúras
Esse poema eu idealizo
Mas será que realizo?
Esse poema tem que ser mágico
E ter algo de fantástico
Esse poema existe?
Será que tem que ser triste?
Ou deve ser alegre?
Esse poema seria uma febre
Esse poema não existe, não é real
Sonho com o poema ideal
Poema livremente inspirado na música "A Fábrica do Poema" de Adriana Calcanhoto e Waly Salomão

domingo, 24 de agosto de 2008

Amala e Kamala

Oie, vou publicar uma publicar um poema sobre Amala e Kamala. Caso, você não saiba quem são elas, aí vai um pouco sobre elas:

"Amala e Kamala, também conhecidas como as meninas lobo, foram duas crianças selvagens encontradas na Índia no ano de 1920. A primeira delas tinha um ano e meio e faleceu um ano mais tarde. Kamala, no entanto, já tinha oito anos de idade, e viveu até 1929
.
Em 1920, o reverendo Singh encontrou, em uma caverna, duas crianças que viviam entre lobos. Suas idades presumíveis eram de 2 e 8 anos. Deram-lhes os nomes de Amala e Kamala, respectivamente. Após encontrá-las, o rev. Singh levou-as para o orfanato que mantinha na cidade de Midnapore. Foi lá que ele iniciou o penoso processo de socialização das duas meninas-lobo. Elas não falavam, não sorriam, andavam de quatro, uivavam para a lua e sua visão era melhor à noite do que de dia. Amala, a mais jovem, morreu um ano após ser encontrada. Kamala viveu por mais oito anos sem, contudo, aprender a falar, ler, usar o banheiro ou a ter qualquer comportamento que pudesse ser considerado próprio de seres humanos. A única emoção que demonstrou em todos esses anos foi algumas lágrimas que caíram de seus olhos, no dia em que Amala morreu."

http://pt.wikipedia.org/wiki/Amala_e_kamala

Amala e Kamala
Humanas
Humanas sobreviventes
Humanas sobreviventes indianas
Humanas sobreviventes indianas vencedoras
Humanas sobreviventes indianas vencedoras abençoadas
Humanas sobreviventes indianas vencedoras abençoadas lobo
Humanas sobreviventes indianas vencedoras abençoadas lobo meninas
Humanas sobreviventes indianas vencedoras abençoadas lobo meninas meninas-lobo
Amala e Kamala!

Natureza Humana vs. Cultura

Oie! Quanto tempo que eu não posto! Enfim, hoje vou publicar um texto, de um momento filosófico meu, já que era para um trabalho de Filosofia, onde falo do "duelo" entre natureza humana e cultura. Espero que gostem!

Natureza Humana vs. Cultura


As atitudes de natureza humana entram de certa em forma, em conflito com os conceitos da Cultura. Já que o ser humano tem um ‘instinto natural’ para suas atitudes, que são bloqueadas devido a questões culturais. Ou seja, nós agimos de acordo com os valores culturais da sociedade e não com os nossos instintos mais primitivos. Mas será que nós devemos agir instintivamente, ou devemos agir de acordo com a nossa sociedade, já que isso, supostamente, é necessário para vivermos em harmonia?

Acredito que alguns dos instintos humanos não são aceitos de maneira alguma pela maioria da sociedade, pois fomos ensinados desde sempre a não ‘preservá-los’, principalmente os instintos relacionados à sexualidade. Questiona-se se tais valores estão realmente certos, ou deviam ser ignorados ou então aprimorados. Arrisco dizer que deveriam ser aprimorados, assim acabariam tabus em relação à sexualidade, religião, etc.

Expondo um pouco mais a idéia proposta acima, os valores da sociedade atual, como já foi dito, foram firmados há muito tempo, e também há um forte cunho religioso que deixa esses valores ‘deficientes’, já que a Igreja sempre impôs valores até absurdos em nome de um deus. Os instintos humanos são renegados até nos Sete Pecados, onde se condena, por exemplo, a ira e a preguiça que são naturais ao homem. Não digo que os valores de uma Ordem Religiosa estejam errados, mas são um tanto equivocados quando em algumas situações discordam das atitudes do homem por natureza.

Portanto, os valores da sociedade humana nada mais são uma grande contradição dos instintos humanos, e essa estrutura de valores que compôs a realidade do mundo em que vivemos, organizada na exclusão dos instintos primitivos do homem. Visto isso, nos questionamos: Num mundo com tantas desigualdades, guerras, poluições, e outros malefícios, será que se nós tivéssemos seguido nossos instintos o mundo de hoje seria menos desigual, teria mais paz, seria menos poluído, teria mais amor?!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Poema

Olá! Quanto tempo que eu não posto! Bem, hoje vou publicar um poema intitulado "Poema", que eu fiz hoje na aula de Língua Portuguesa. A professora gostou e meus colegas que leram também gostaram. Espero que gostem!

POEMA
Caio Leite


Preciso fazer um poema
Isso é problema
Busco rimas
E não encontro palavras finas


Poema rima com que? Com que rima poema?
Problema...
Ema...
Iracema...


O que é tão belo quanto o poema?
A personagem do José de Alencar, Iracema
Que para muitos alunos é um problema
Ema-ema cada um com seus problemas

quinta-feira, 19 de junho de 2008

SOL

Oi gente, hoje vou publicar um poema feito por mim sobre o nosso querido amigo SOL. Espero que gostem!

SOL
um texto de Caio Cezar Ribeiro Leite

O Sol a estrela-mor
Ilumina todo (o) mundo
Faz as plantinhas cresceram (que bonitinho)
Ilumina você para não aumentar sua dívida com a Eletropaulo (que generosidade)
Solta raios tão fortes que te dão câncer (sem comnetários)
O Sol
Nem por isso é um vilão
Mas é de sua natureza
Não é de maldade
Então só o que eu posso dizer é:
USE FILTRO SOLAR!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Tropicália

Olá, faz tanto tempo... Bom, hoje vou publicar um poema intitulado "Tropicália", feito para a escola em um projeto dos anos 60, pelo menos o professor gostou bastante...

TROPICÁLIA
Um poema de Caio Leite/ Colaboração: Sergio Silva

Tropicália
Caetano, Gil, Rita, Tom (Zé), Mutantes
Inovação, liberdade, sexualidade, rock, pão e circo


T T T T T T T T T T
T T T T T T T T T R
T T T T T T T T R O
T T T T T T T R O P
T T T T T T R O P I
T T T T T R O P I C
T T T T R O P I C Á
T T T R O P I C Á L
T T R O P I C Á L I
T R O P I C Á L I A


Ah, a Tropicália
Revolução na música brasileira
Finalmente a sexualidade chega na música
As do Caetano, do Gil, da Rita & Mutantes


Oh! A Tropicália
Desafiou a ditadura
Mas desafiou com a música
A Música dos Tropicalistas!
Que acabaram presos, exilados...


Tropicália
Guitarra Elétrica
Tropicália
Rock
MPB
Tropicália
Sem Lenço, Sem Documento
Livre!


A Tropicália foi um movimento tão fantástico
Que minha mente não encontra mais palavras para descrevê-la
Só digo mais uma coisa:
Ah, se os anos 2000 tivessem um Tropicália


Tropi das tropas
Tropi dos trópicos
Picos das drogas
Tropi-cálidas
A rosa cálida brasileira
Sonora e Gritante
Do Caetano, Gil, Rita-Mutante

terça-feira, 22 de abril de 2008

Nenhum Roberto

Publico aqui a narrativa "Nenhum Roberto", escrita por mim. Esse texto foi escrito como um trabalho de escola, porém não valia nota, mas os comentários foram: "Excelente Texto! Parabéns!"

Nenhum Roberto1
Um texto de Caio Cezar Ribeiro Leite


29 de julho de 1958, Roberto estava confuso, estava vendo sua mãe tendo um filho, que se chamaria Roberto! Como!? Seria uma alucinação?
Roberto estava vendo sua vida toda passando por seus olhos, o nascimento, a infância, a adolescência, os tempos de faculdade... Agora, ficavam mais fortes lembranças da sua vida, da infância amarga, em que apanhara muito do pai, a mãe que só piorava a situação, a adolescência, quando defendera, certa vez os colegas de um severo Professor e descobrira a vocação para o Direito, a faculdade onde tivera muito destaque...
Agora, estava mais próximo do presente, se casara, sua mulher estava grávida, eram um casal muito feliz.
Mas, estava agora numa época de sua vida que não se lembrava, estava no futuro, e via a si próprio indo ao trabalho, vendo sua mulher e filha mortas, ele com um prazer aparente. Será que ele iria matar a esposa e a filha que tanto amava? Se desesperou, foi ao bar 20 de novembro, bebeu, cantou, dançou e se jogou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado2.


1 Título ‘emprestado’ da música NENHUM ROBERTO (Nando Reis)
2 Citação do poema “Poema Retirado de uma Notícia de Jornal” (Manuel Bandeira)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Feio Também é Bonito

Olá pessoal!
Hoje vou publicar uma dissertação intitulada Feio Também é Bonito.
Esse texto eu fiz no simulado do 1º bimestre, em 17 de março de 2008. Aliás, eu tirei 10,0 nesse texto.


FEIO TAMBÉM É BONITO
um texto de Caio Cezar Ribeiro Leite

“Desde que nascemos fomos programados / A receber o que vocês / Nos empurraram com os enlatados dos USA de nove a seis”, já diria Renato Russo em sua célebre canção Geração Coca-Cola, que critica a péssima influência que recebemos da cultura yankee. Outra influência tão ruim seria sobre os padrões de beleza. Tal beleza a nós imposta, defende corpos macérrimos e artificiais, mas será isso a real beleza?
Essa ‘beleza’ que nos é mostrada, nada mais é do que uma exaltação a falta de personalidade, já que mostra um modelo, supostamente a ser seguido por todos, sendo sinônimo de belo.
Vale ressaltar que, muitas vezes, por trás dessa ‘beleza’ não há nada de belo. Digo isso, pois essa “Ditadura da Beleza” expõe tanto esses modelos de perfeição, que as conseqüências são até catastróficas, exemplo disso são os transtornos alimentares como a anorexia e a bulimia.
Outro ponto importante dessa discussão é que essa beleza muda com o passar do tempo. Pode-se ver isso nos livros A História da Beleza e A História da Feiúra de Umberto Eco, que mostram a evolução da beleza e da feiúra no passar dos séculos, onde os modelos vão se modificando.
Portanto, essa beleza é artificial, inconseqüente e passageira, então devemos ignorá-la, porque também o feio de hoje será o belo de amanhã.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Bem-vindos

Olá sou Caio Leite.
Criei esse blog para publicar textos de minha autoria.
São contos, dissertações, poemas...
Espero que gostem!

Bjao no rim
Caio Cezar Ribeiro Leite

Agora vou publicar meu primeiro texto deste blog, é um poema intitulado Cássia Eller:

CÁSSIA ELLER
Um poema de Caio Cezar Ribeiro Leite
Cantando ganhou a vida
Sucessos atrás de sucessos
Malandragens, Segundos Sóis, ECT’s
Cássia Eller!

Fera, bicho, anjo e mulher
Mãe de Francisco (Chicão)
Companheira da Eugênia
Personalidade forte
Um furacão no palco
Cássia Eller!

Apenas uma garotinha
Que começou a tocar violão
Começou a fazer sucesso
Foi gravar CD, já com sucesso
Depois não parou mais!
Bem, até cumprir sua missão
Que cumpriu cedo:
Trazer a alegria de sua música
Cássia Eller...